quarta-feira, 4 de julho de 2018

Benefícios do cacau


Cacau
A fruta que vira chocolate e oferece grandes benefícios à saúde.

Principal ingrediente do chocolate, o cacau é considerado um dos alimentos funcionais mais importantes. Rico em vitaminas, minerais, magnésio e flavonoides, ele é capaz de elevar a qualidade da saúde do coração, melhorar o humor e ainda dar uma ajudinha na dieta.
Os benefícios do cacau podem ser bem aproveitados por meio do consumo do chocolate amargo ou meio amargo, que possuem, pelo menos, 55% de cacau em sua composição. Quanto mais claro o chocolate, menos cacau ele tem – e, em compensação, mais adição de leite e açúcar ele recebe, o que torna o produto muito mais gorduroso, calórico e prejudicial à saúde. O chocolate branco não possui cacau.

O alimento também pode ser ingerido em pó e usado em preparações de sucos, vitaminas,bolos e etc...

Melhorar o humor e combater a depressão e a ansiedade, por aumentar a produção de serotonina, o hormônio do bom humor.

Prevenir trombose, devido à presença de flavonol;

Combater o colesterol alto, por ser rico em antioxidantes e prevenir a formação das placas de ateroma;

Prevenir aterosclerose, por prevenir o acúmulo de colesterol nos vasos sanguíneos;
Prevenir anemia, por ser rico em ferro;

Reduzir o risco de diabetes, devido aos antioxidantes flavonoides e por ajudar no combate à resistência à insulina;

Prevenir problemas como demência e derrames, por melhorar a circulação sanguínea, cognição e a memória;

Reduz a pressão porque melhora a qualidade dos vasos sanguíneos;
Ajuda a regular o intestino porque possui flavonóis e catequinas que chegam ao intestino grosso onde podem aumentar a quantidade de bifidobactérias e lactobacillus, que são boas para a saúde;

Ajuda a controlar a inflamação, o que pode ser observado através da redução da quantidade de proteína C reativa no sangue.

Para obter esses benefícios, deve-se consumir 2 colheres de sopa de cacau em pó por dia ou 40 g de chocolate amargo, o que equivale a 3 cerca de 3 quadradinhos da barra.

Como comer a fruta:
Para consumir a fruta do cacaueiro deve-se cortá-la com um facão para quebrar sua casca que é muito dura. A seguir o cacau pode ser aberto e poderá ser observado um 'cacho' esbranquiçado coberto por uma substância viscosa muito doce, cujo interior possui o cacau escuro, que se conhece mundialmente. 


É possível chupar apenas a goma branca que envolve a semente de cacau, mas também pode-se mastigar tudo, comendo também o seu interior, sendo que a parte escura é muito amarga e não se parece com o chocolate que é tão conhecido.

Origem do chocolate:
A fabricação dessa delícia começa quando as frutas de cacau são quebradas para a retirada das sementes, a base principal do chocolate. A essa altura, elas ainda são amargas, mas a verdadeira transformação em doce acontece nas indústrias. Por lá, a matéria-prima é decomposta, recebe açúcar e leite, é agitada, passa por várias trocas de temperatura e, no final, é moldada para ganhar a forma das barras vendidas nos supermercados.

Apreciado no mundo todo, o chocolate é velho conhecido da humanidade — acredita-se que os astecas foram os primeiros chocólatras da história. No século 16, eles já coletavam sementes de cacau para fazer o xocoatl, um drinque afrodisíaco que só podia ser bebido por imperadores. “Ao contrário dos chocolates de hoje, a bebida asteca tinha um sabor amargo e apimentado, pois era preparada com vinho ou purê de milho e pimenta”, afirma o industrial Getúlio Ursulino Neto, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Chocolates (Abicab).

Em 1528, os colonizadores espanhóis levaram a novidade para a Europa, adoçando a mistura com canela e baunilha e servindo a bebida quente. Por volta de 1700, ao chegar à França e à Inglaterra, a invenção ganhou leite e se espalhou pelo mundo. Décadas depois, em 1765, começou a fabricação de chocolates em barras, nos Estados Unidos.


No Brasil, o cultivo de cacau teve início no século 19, na região de Ilhéus, no sul da Bahia. Hoje, o país consome cerca de 310 mil toneladas de chocolate por ano, algo em torno de 1,8 quilo por habitante. Além de saboroso, o chocolate é uma excelente fonte de energia, sais minerais, potássio, fósforo e magnésio. O drama é que, apesar de tanto benefício, o excesso traz uns pneuzinhos indesejáveis. “Não se deve consumir mais que 100 gramas de chocolate por dia, pois o produto é bem calórico. Um simples tablete contém, em média, 540 calorias, cerca de 20% da necessidade diária de um homem adulto”, diz a nutricionista Elizabeth Torres, da Universidade de São Paulo (USP).